...um espaço de (re)encontro...

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

... e que tal um dia diferente?

VIII Dia do Voluntário Missionário
COMUNICAR 2015 – 28 Outubro, Aveiro


Eu vou!
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E tu?...
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DIA 27 Outubro 2007
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18h00 - Inauguração da Exposição de Fotografia e Arte –“Viagem sem regresso – 10 anos de voluntariado missionário” no Museu da Cidade e Mercado Negro
21h30 - Vigília Missionária
22h45 - Abertura da Feira do voluntariado. (Rossio)
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DIA 28 Outubro 2007
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10h00 - Acolhimento
10h30 - Ciber-Missão - A Tecnologia em favor da Missão e da cooperação para o Desenvolvimento? (Auditório da Capitania de Aveiro)
Conferencistas:
# D. Ximenes Belo, Prémio Nobel da Paz: “O contributo das novas tecnologias e da Comunicação para alertar a necessidade de um Timor livre” - testemunho.
# Dr. Jorge Pires Ferreira, jornalista, teólogo, director-adjunto do jornal semanário Correio do Vouga. “Divulgar a Missão e a ED com qualidade nos dias de hoje, com as “armas” de hoje.
# Rosário Costa - UA/empresa Palo Alto – Ferramentas das Novas Tecnologias ao serviço do
Trabalho humanitário e Missão.

12h00 - Eucaristia presidida por D. Ximenes Belo (Seminário de Aveiro)
15h00 - Desenvolvimento no Milénio – passeio e actividade nos moliceiros
17h00 - A missão … no Largo do ROSSIO
- Abertura da Exposição de Fotografia e Arte “Viagem sem regresso – 10 anos de voluntariado missionário” no Museu da Cidade e Mercado Negro (junto ao jardim do Rossio)
- Lançamento da Agenda 2008 e Voluntariado.


domingo, 21 de outubro de 2007

Por Ti, em Ti, para Ti…

Percorrer estas estradas de pó, calcando cada pegada do teu povo que sofre…
Tocar com as mãos e com o coração a miséria humana que o mundo vai vivendo…
Pegar ao colo estes pequeninos e sentir o futuro…
Dar valor à água que bebemos…
Rezar com fé e confiança no Deus de Amor…
Pequenos gestos que marcam a diferença…
Sentir em cada novo amanhecer o segredo de ser feliz, de viver a riqueza na simplicidade da pobreza.
Pode parecer irreal, talvez até distante… mas acredita, é real, está ao teu lado, faz parte de ti….

Então, torna-se urgente…
Deixar as rotinas vazias,
querer ser mais,
sonhar e lutar,
agarrar com força o leme que conduz a nossa barca,
seguir em frente, lado a lado, com a certeza de que não estamos sós,
acreditar num dia claro e colorido que enche a alma e dá sabor ao vento…
vencer a falta de coragem de viver plenamente o amor e a entrega!

Diante de Ti… de sorriso e olhar brilhante…
Quero agradecer não porque me dás muitas coisas, mas porque em Ti sei o caminho…
Senhor, em cada um dos meus passos, em cada um dos meus dias, descobri que és Tu, apenas Tu quem me chama a este Amor Maior de entrega aos mais pobres na luta constante por um mundo melhor…
Neste dia, nesta hora… dizer apenas “Twapandula Suku” porque és Pai, amigo e bússola dos meus passos… em Ti descansa o meu coração, em Ti busco a água que refresca o sorriso, em Ti sinto que ao lado deste povo sou instrumento do Teu Amor!

Por Ti, em Ti, para Ti… com Amor!

Teresa
21 de Outubro de 2007
Dia Mundial das Missões

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Oláa!!!

Após este tempo de ausência… Regressámos!!!
Esperamos que as férias tenham sido muito porreiras!!!
E agora??? De mangas arregaçadas para um novo ano??? Esperamos que sim!!!!
Está atento!
Os nossos trabalhos terão inicio dentro em breve!
Aponta aí na tua agenda, no dia 13 de Outubro por volta das 21h00, a Abertura do Ano da Pastoral Juvenil na nossa paróquia!!!
Entretanto… mais informação surgirá aqui no nosso blog!!!!
Até já!

sábado, 2 de junho de 2007

Pois é...

Ainda sobre o Fátima Jovem 2007…
Aqui está uma apresentação, feita pelo nosso grande Jojo!!!
Ílhavo sempre cheio de Sentimento!!!
Grandes momentos!!!



… mais uma apresentação do Jojo…
Como o nosso autor diz:
“Porque há imagens que valem por mil palavras”



De facto... foram dias “Brutais”, de verdadeira “Lókura” !!!
Talvez para o próximo ano haverá mais…

segunda-feira, 28 de maio de 2007

"Todos ficaram cheios do Espírito Santo..."

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"De repente, ressoou, vindo do céu, um som comparável ao de forte rajada de vento, que encheu toda a casa. Viram então aparecer umas línguas, à maneira de fogo, que iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas conforme o Espírito lhe inspirava que se exprimissem."
Actos dos Apostolos

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Take me deeper...

Suaviza o teu passo…
Pára um pouco…
E… mergulha a tua alma
no profundo do Seu coração…

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Ecoosss... do coração...

"É, muitas vezes, difícil começar a escrever sobre coisas muito diferentes. Sobre as coisas que nos fazem felizes, sobre as coisas que não nos fazem tão felizes, sobre as coisas que nos magoam, sobre as coisas que nos restituem a alegria, sobre as coisas do passado, sobre as coisas do presente e sobre as coisas que são planos de futuro.
E enquanto me decido por onde começar, já que é tão difícil começar a escrever sobre coisas tão diferentes, começa a ser tão complicado começar a escrever sobre coisas tão diferentes como são as coisas que mexem connosco, que não seria de admirar que começasse por escrever que, realmente, é, muitas vezes, difícil começar a escrever sobre coisas muito diferentes.
Não tenho dúvidas de que se o peito tivesse um chão que me sustivesse a mim, a meia dúzia de papéis e a um lápis amarelo e preto pouco afiado HB2, seria aí que eu me sentaria encostada ao coração, para escrever no extremo do sentimento, onde estou agora.
(Tenho um zumbido nos ouvidos. Deve ter sido do sol na cabeça. Contento-me com a vulgaridade do diagnóstico. Pois bem…)
Não tenho grande memória. Nunca tive. Há muitas coisas de que não me lembro e tenho pena. Sei que daqui a um tempo vão restar poucas lembranças e que muitas delas só me serão devolvidas pelas imagens, conversas e palavras de outros. Mas não me esquecerei nunca de que tudo aquilo de que não me lembro foi vivido no limiar da plenitude. E isso contenta-me. Muito. Muito!


Fátima Jovem 2007 foi mais uma grande experiência e uma grande experiência em grande. Fomos muitos. Fomos 70. Fomos 700. Fomos milhares.
Começamos por caminhar umas horas. E que difícil que foi o caminho durante a primeira hora. Havia ainda muita energia nas passadas e isso valeu mais naquele terreno incerto e de terra vermelha. Trouxemos na memória do olfacto as lufadas de alfazema, de tomilho e de rosmaninho com que a natureza nos pontuou o caminho. A paisagem era bonita, mas ficou perfeita quando completada por um serpenteado colorido de jovens que começavam uma caminhada, em mês de Maria, rumo à casa de Maria que os acolhe há já muitos anos, sempre por esta altura.

Houve tempo e espaço para muitas coisas. E que fácil que era deixarmo-nos simplesmente conquistar pela natureza que nos envolvia, pelas pessoas que nos rodeavam, pelas notas e palavras misturadas com risos e sorrisos, canções, brincadeiras e muita alegria.
Fizemos opções, como nos exige a Vida a cada instante. Boas, menos boas, cooperantes ou não. Mas todo o caminho que é caminho acaba por nos pôr as dificuldades e as barreiras características que, somadas aquelas que, sem necessidade, lhe acrescentamos, acabam por nos dificultar o percurso. Quem dera que se tenham arrecadado as pedras e que se construam castelos. Um dia.
Já no santuário houve tempo e espaço para nos encontrarmos com Maria e lhe abrirmos o coração. Escolhemos o sítio para nós ideal, deixámo-nos ficar enquanto quisemos.

Fátima tem isto de nos levar até lá sem qualquer esforço. Sem qualquer esforço, vamos por ser assim. Sem sacrifício algum, apesar das plantas dos pés doridas, das bolhas, das pernas cansadas, do frio ou do calor, da fome e da sede, do cansaço de cada um. Mas Fátima leva-nos e nós vamos. Cativa-nos e nós ficamos. Envia-nos e nós voltamos com vontade de regressar. Fátima com jovens chega ao âmago de cada um e chegou ao meu. Ainda me arrepia lembrar-me da meia hora de espera, antes de entrarmos no auditório Paulo VI. Aquele tecto é tão baixo e nós saltámos tão alto. Aquele espaço é tão pequeno e nós gritamos com tanta força. Em cada ano aquela meia hora e o tempo que dispensamos no auditório são diferentes. Em cada ano os muitos que lá estamos, a força com que cantamos, a energia com que saltamos, renovam em mim a esperança nos jovens que somos, mas também a revolta de, sendo tantos e transbordado tantas formas diferentes de energia que conjugadas são quase transcendentes, ainda não nos termos empenhado verdadeiramente na mudança deste mundo.

À noite, a recitação do rosário, como Maria pediu um dia a três crianças, estreitou laços invisíveis e até imperceptíveis entre nós. A oração em grupo faz-nos chegar mais longe com as nossas motivações e desvanece em nós as preocupações, as dúvidas, as nossas dificuldades de cristãos na sociedade de agora, porque somos muitos, porque nos partilhamos e estamos reunidos em nome dEle e em comunhão com o Mundo.

O auditório Paulo VI voltou a acolher a vigília que este ano se centrou no ecumenismo e na cruz ecuménica. E foi bonito. Pôs-nos à prova a vontade com que deixamos Deus estar e ficar entre nós, com que nós vamos querendo estar com Ele.

Eleger um momento marcante deste encontro Fátima Jovem não me é possível. Não procuro a excelência de um momento para lembrar para sempre. Não faço isso com nada. Gosto de ser assim. Gosto de saber maravilhar-me, sem esforço, com todas as coisas e de reconhecer nelas a mão de Deus. Nas mais grandiosas e nas mais insignificantes, nas mais vistosas e nas mais imperceptíveis.

Atentar nos sorrisos ainda tímidos, à partida, de quem vai pela primeira vez, no brilho dos olhos rasos de expectativa de quem já sabe ao que vai, no nervosismo de responsabilidade de quem aposta em nós, nos cheiros do caminho, nas pedras que rolam por baixo das botas e quase me fazem escorregar, nas formas em que, em grupo nos dispomos, ao fazer o caminho, nos rebuçados que partilhaste comigo, na pressão do abraço que me deste, na gargalhada com que me encheste os ouvidos, nas nuvens que ameaçavam chuva, nas encruzilhadas onde já tínhamos discutido caminho, nas palavras que troco com quem ainda não conheço, naquelas que troco com quem já conheço, nas conversas sem sentido, nas piadas sem piada, nas pulseiras vermelhas, nas fitas verdes, nos comboios e “combóiadas”, na luz da minha vela, na procissão de luzes de milhares de velas e da nova perspectiva deste ano, na inclinação amorosa do rosto de Maria, na oração pela mãe que tenho, no silêncio, no cansaço, na tão desejada água quente do banho, no colchão que temos este ano, no repouso, na oração às refeições, nas palavras daquela irmã de sorriso tímido mas tão pleno, no tempo que vão demorar a deixar-te dormir hoje, no teu aniversário, na broa e na chouriça que trouxeste para partilhar connosco, na tua irresponsabilidade que me faz sentir que há mais por onde posso ajudar, na certeza de que tu vais para casa mais preenchida e com vontade de voltar, na certeza de que vocês serão “nossos meninos” um dia, na expectativa de vos mostrarmos como Ele nos basta, na letra das canções, em ti que eu mal conhecia, no teu sorriso transbordante de felicidade e nas histórias de missão que contaste, no diminutivo “Sarinha” com que ainda me tratas, nas ararutas com doce, queijo e fiambre, nas ararutas “com nada”, nos ursinhos vermelhos de comer e nos trajectos esquisitos que percorrem até chegarem ao estômago, na flor que me deste sem me conheceres, nas palavras que não disse, no choro que contive, na desilusão que me causaste, na conversa que ainda não tivemos, nos Magnun que comi e que eram uma doidice, na reflexão na amizade que temos, na certeza de que continuará, na confiança que depositaste em mim, nas parvoíces que disseste e fizeste, na homilia que me fizeste chegar ao coração, nas palavras que usaste, nas questões que levantaste e nos desafios que nos deixaste, na palavra “envio” que repetiste, na perspectiva de “cruz” que nos mostraste, nos milhares de lenços brancos, na palavra “adeus” e no fechar os olhos para sentir sem ver, na cor que predominava, na fotografia de grupo, nos saltinhos tontos e no “um, dois, três”, no fazer o saco e no aperto de nostalgia que aparece sempre nessa altura, na chamada cuidadosa por cada um de nós à entrada do autocarro, na pouca queda que tenho para as cordas e para as palhetas, no caminho de regresso, no lugar que escolheste, nas risadas estridentes, nos teus vários sonos interrompidos, nos voos das canetas de uma ponta à outra do autocarro, nas dedicatórias dos lenços brancos, na chegada à nossa terra e ao nosso ringue, no abraço colectivo no jardim e no “Voa bem mais alto com o “quero tudo abraçado e a cantar para acabar” que nunca falha, na simpatia da boleia para casa, na coincidência de quem parece estar lá de propósito à espera para que o teu carro possa arrancar, na entrada em casa, na docilidade da Laila que me espera, nos saltos dela e nas lambidelas fieis, no barulho das fitas da porta da cozinha que te faz olhar para trás, no beijo em ti mãe porque é o teu dia, nas poucas palavras que disse porque vimos sempre assim, no jantar que esperou que eu chegasse, no turbilhão de sentimentos que tive na cabeça enquanto fazia o saco para voltar a Lisboa, na cama onde estou agora, no zumbido que tenho nos ouvidos e que afinal se deve dever à quantidade infindável de coisas que trouxe e que ainda não organizei nas gavetas da memória, na oração da noite, na certeza de que o sono será tranquilo e de que me vai restabelecer, no dar graças pela possibilidade de ir, ser e estar inteira em tudo o que vivi.
Obrigada a Ti e a cada um."
... da nossa Sara Santana!
http://outro-paredao.blogspot.com/


O nosso GRITOOO!!!
De pulmões cheios e gargantas a arranhar!
De adormecer e acordar! De coração a transbordar!

"Toma a tua Cruz e segue-Me
Vive sem medo de te dares
Toma a tua cruz e segue-Me
Já que tens tanto p’ra dar

Cristo que te chama nunca te deixa só
Está contigo antes que chegues a pensar
Mesmo que duvides, não duvides de ti
É na tua cruz que Ele está

Se Cristo te chama, Ele sabe porquê
Pois sabe o que fez e o que criou em ti
Pára para veres tudo aquilo que és
É no teu amor que Ele está

Já que tens tanto p’ra dar
Já que tens tanto p’ra dar"
Pe. João Paulo Vaz



"Porque Confiar é arriscado!!! Porém…não há outro caminho…FJ é sentimento, são pessoas quenos tocam, imagens e sensações partilhadas cheias de pessoas, de olhares vivos e cheios de Vida! Toda a razão se sente mais equilibrada quando o sentimento a desequilibra…"
... do nosso Paulo Nunes!
http://www.braxosnoar.blogspot.com/



E assim foi o nosso ...
Fátima Jovem 2007
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