...um espaço de (re)encontro...

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Oláa!!!

Após este tempo de ausência… Regressámos!!!
Esperamos que as férias tenham sido muito porreiras!!!
E agora??? De mangas arregaçadas para um novo ano??? Esperamos que sim!!!!
Está atento!
Os nossos trabalhos terão inicio dentro em breve!
Aponta aí na tua agenda, no dia 13 de Outubro por volta das 21h00, a Abertura do Ano da Pastoral Juvenil na nossa paróquia!!!
Entretanto… mais informação surgirá aqui no nosso blog!!!!
Até já!

sábado, 2 de junho de 2007

Pois é...

Ainda sobre o Fátima Jovem 2007…
Aqui está uma apresentação, feita pelo nosso grande Jojo!!!
Ílhavo sempre cheio de Sentimento!!!
Grandes momentos!!!



… mais uma apresentação do Jojo…
Como o nosso autor diz:
“Porque há imagens que valem por mil palavras”



De facto... foram dias “Brutais”, de verdadeira “Lókura” !!!
Talvez para o próximo ano haverá mais…

segunda-feira, 28 de maio de 2007

"Todos ficaram cheios do Espírito Santo..."

.
"De repente, ressoou, vindo do céu, um som comparável ao de forte rajada de vento, que encheu toda a casa. Viram então aparecer umas línguas, à maneira de fogo, que iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas conforme o Espírito lhe inspirava que se exprimissem."
Actos dos Apostolos

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Take me deeper...

Suaviza o teu passo…
Pára um pouco…
E… mergulha a tua alma
no profundo do Seu coração…

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Ecoosss... do coração...

"É, muitas vezes, difícil começar a escrever sobre coisas muito diferentes. Sobre as coisas que nos fazem felizes, sobre as coisas que não nos fazem tão felizes, sobre as coisas que nos magoam, sobre as coisas que nos restituem a alegria, sobre as coisas do passado, sobre as coisas do presente e sobre as coisas que são planos de futuro.
E enquanto me decido por onde começar, já que é tão difícil começar a escrever sobre coisas tão diferentes, começa a ser tão complicado começar a escrever sobre coisas tão diferentes como são as coisas que mexem connosco, que não seria de admirar que começasse por escrever que, realmente, é, muitas vezes, difícil começar a escrever sobre coisas muito diferentes.
Não tenho dúvidas de que se o peito tivesse um chão que me sustivesse a mim, a meia dúzia de papéis e a um lápis amarelo e preto pouco afiado HB2, seria aí que eu me sentaria encostada ao coração, para escrever no extremo do sentimento, onde estou agora.
(Tenho um zumbido nos ouvidos. Deve ter sido do sol na cabeça. Contento-me com a vulgaridade do diagnóstico. Pois bem…)
Não tenho grande memória. Nunca tive. Há muitas coisas de que não me lembro e tenho pena. Sei que daqui a um tempo vão restar poucas lembranças e que muitas delas só me serão devolvidas pelas imagens, conversas e palavras de outros. Mas não me esquecerei nunca de que tudo aquilo de que não me lembro foi vivido no limiar da plenitude. E isso contenta-me. Muito. Muito!


Fátima Jovem 2007 foi mais uma grande experiência e uma grande experiência em grande. Fomos muitos. Fomos 70. Fomos 700. Fomos milhares.
Começamos por caminhar umas horas. E que difícil que foi o caminho durante a primeira hora. Havia ainda muita energia nas passadas e isso valeu mais naquele terreno incerto e de terra vermelha. Trouxemos na memória do olfacto as lufadas de alfazema, de tomilho e de rosmaninho com que a natureza nos pontuou o caminho. A paisagem era bonita, mas ficou perfeita quando completada por um serpenteado colorido de jovens que começavam uma caminhada, em mês de Maria, rumo à casa de Maria que os acolhe há já muitos anos, sempre por esta altura.

Houve tempo e espaço para muitas coisas. E que fácil que era deixarmo-nos simplesmente conquistar pela natureza que nos envolvia, pelas pessoas que nos rodeavam, pelas notas e palavras misturadas com risos e sorrisos, canções, brincadeiras e muita alegria.
Fizemos opções, como nos exige a Vida a cada instante. Boas, menos boas, cooperantes ou não. Mas todo o caminho que é caminho acaba por nos pôr as dificuldades e as barreiras características que, somadas aquelas que, sem necessidade, lhe acrescentamos, acabam por nos dificultar o percurso. Quem dera que se tenham arrecadado as pedras e que se construam castelos. Um dia.
Já no santuário houve tempo e espaço para nos encontrarmos com Maria e lhe abrirmos o coração. Escolhemos o sítio para nós ideal, deixámo-nos ficar enquanto quisemos.

Fátima tem isto de nos levar até lá sem qualquer esforço. Sem qualquer esforço, vamos por ser assim. Sem sacrifício algum, apesar das plantas dos pés doridas, das bolhas, das pernas cansadas, do frio ou do calor, da fome e da sede, do cansaço de cada um. Mas Fátima leva-nos e nós vamos. Cativa-nos e nós ficamos. Envia-nos e nós voltamos com vontade de regressar. Fátima com jovens chega ao âmago de cada um e chegou ao meu. Ainda me arrepia lembrar-me da meia hora de espera, antes de entrarmos no auditório Paulo VI. Aquele tecto é tão baixo e nós saltámos tão alto. Aquele espaço é tão pequeno e nós gritamos com tanta força. Em cada ano aquela meia hora e o tempo que dispensamos no auditório são diferentes. Em cada ano os muitos que lá estamos, a força com que cantamos, a energia com que saltamos, renovam em mim a esperança nos jovens que somos, mas também a revolta de, sendo tantos e transbordado tantas formas diferentes de energia que conjugadas são quase transcendentes, ainda não nos termos empenhado verdadeiramente na mudança deste mundo.

À noite, a recitação do rosário, como Maria pediu um dia a três crianças, estreitou laços invisíveis e até imperceptíveis entre nós. A oração em grupo faz-nos chegar mais longe com as nossas motivações e desvanece em nós as preocupações, as dúvidas, as nossas dificuldades de cristãos na sociedade de agora, porque somos muitos, porque nos partilhamos e estamos reunidos em nome dEle e em comunhão com o Mundo.

O auditório Paulo VI voltou a acolher a vigília que este ano se centrou no ecumenismo e na cruz ecuménica. E foi bonito. Pôs-nos à prova a vontade com que deixamos Deus estar e ficar entre nós, com que nós vamos querendo estar com Ele.

Eleger um momento marcante deste encontro Fátima Jovem não me é possível. Não procuro a excelência de um momento para lembrar para sempre. Não faço isso com nada. Gosto de ser assim. Gosto de saber maravilhar-me, sem esforço, com todas as coisas e de reconhecer nelas a mão de Deus. Nas mais grandiosas e nas mais insignificantes, nas mais vistosas e nas mais imperceptíveis.

Atentar nos sorrisos ainda tímidos, à partida, de quem vai pela primeira vez, no brilho dos olhos rasos de expectativa de quem já sabe ao que vai, no nervosismo de responsabilidade de quem aposta em nós, nos cheiros do caminho, nas pedras que rolam por baixo das botas e quase me fazem escorregar, nas formas em que, em grupo nos dispomos, ao fazer o caminho, nos rebuçados que partilhaste comigo, na pressão do abraço que me deste, na gargalhada com que me encheste os ouvidos, nas nuvens que ameaçavam chuva, nas encruzilhadas onde já tínhamos discutido caminho, nas palavras que troco com quem ainda não conheço, naquelas que troco com quem já conheço, nas conversas sem sentido, nas piadas sem piada, nas pulseiras vermelhas, nas fitas verdes, nos comboios e “combóiadas”, na luz da minha vela, na procissão de luzes de milhares de velas e da nova perspectiva deste ano, na inclinação amorosa do rosto de Maria, na oração pela mãe que tenho, no silêncio, no cansaço, na tão desejada água quente do banho, no colchão que temos este ano, no repouso, na oração às refeições, nas palavras daquela irmã de sorriso tímido mas tão pleno, no tempo que vão demorar a deixar-te dormir hoje, no teu aniversário, na broa e na chouriça que trouxeste para partilhar connosco, na tua irresponsabilidade que me faz sentir que há mais por onde posso ajudar, na certeza de que tu vais para casa mais preenchida e com vontade de voltar, na certeza de que vocês serão “nossos meninos” um dia, na expectativa de vos mostrarmos como Ele nos basta, na letra das canções, em ti que eu mal conhecia, no teu sorriso transbordante de felicidade e nas histórias de missão que contaste, no diminutivo “Sarinha” com que ainda me tratas, nas ararutas com doce, queijo e fiambre, nas ararutas “com nada”, nos ursinhos vermelhos de comer e nos trajectos esquisitos que percorrem até chegarem ao estômago, na flor que me deste sem me conheceres, nas palavras que não disse, no choro que contive, na desilusão que me causaste, na conversa que ainda não tivemos, nos Magnun que comi e que eram uma doidice, na reflexão na amizade que temos, na certeza de que continuará, na confiança que depositaste em mim, nas parvoíces que disseste e fizeste, na homilia que me fizeste chegar ao coração, nas palavras que usaste, nas questões que levantaste e nos desafios que nos deixaste, na palavra “envio” que repetiste, na perspectiva de “cruz” que nos mostraste, nos milhares de lenços brancos, na palavra “adeus” e no fechar os olhos para sentir sem ver, na cor que predominava, na fotografia de grupo, nos saltinhos tontos e no “um, dois, três”, no fazer o saco e no aperto de nostalgia que aparece sempre nessa altura, na chamada cuidadosa por cada um de nós à entrada do autocarro, na pouca queda que tenho para as cordas e para as palhetas, no caminho de regresso, no lugar que escolheste, nas risadas estridentes, nos teus vários sonos interrompidos, nos voos das canetas de uma ponta à outra do autocarro, nas dedicatórias dos lenços brancos, na chegada à nossa terra e ao nosso ringue, no abraço colectivo no jardim e no “Voa bem mais alto com o “quero tudo abraçado e a cantar para acabar” que nunca falha, na simpatia da boleia para casa, na coincidência de quem parece estar lá de propósito à espera para que o teu carro possa arrancar, na entrada em casa, na docilidade da Laila que me espera, nos saltos dela e nas lambidelas fieis, no barulho das fitas da porta da cozinha que te faz olhar para trás, no beijo em ti mãe porque é o teu dia, nas poucas palavras que disse porque vimos sempre assim, no jantar que esperou que eu chegasse, no turbilhão de sentimentos que tive na cabeça enquanto fazia o saco para voltar a Lisboa, na cama onde estou agora, no zumbido que tenho nos ouvidos e que afinal se deve dever à quantidade infindável de coisas que trouxe e que ainda não organizei nas gavetas da memória, na oração da noite, na certeza de que o sono será tranquilo e de que me vai restabelecer, no dar graças pela possibilidade de ir, ser e estar inteira em tudo o que vivi.
Obrigada a Ti e a cada um."
... da nossa Sara Santana!
http://outro-paredao.blogspot.com/


O nosso GRITOOO!!!
De pulmões cheios e gargantas a arranhar!
De adormecer e acordar! De coração a transbordar!

"Toma a tua Cruz e segue-Me
Vive sem medo de te dares
Toma a tua cruz e segue-Me
Já que tens tanto p’ra dar

Cristo que te chama nunca te deixa só
Está contigo antes que chegues a pensar
Mesmo que duvides, não duvides de ti
É na tua cruz que Ele está

Se Cristo te chama, Ele sabe porquê
Pois sabe o que fez e o que criou em ti
Pára para veres tudo aquilo que és
É no teu amor que Ele está

Já que tens tanto p’ra dar
Já que tens tanto p’ra dar"
Pe. João Paulo Vaz



"Porque Confiar é arriscado!!! Porém…não há outro caminho…FJ é sentimento, são pessoas quenos tocam, imagens e sensações partilhadas cheias de pessoas, de olhares vivos e cheios de Vida! Toda a razão se sente mais equilibrada quando o sentimento a desequilibra…"
... do nosso Paulo Nunes!
http://www.braxosnoar.blogspot.com/



E assim foi o nosso ...
Fátima Jovem 2007
...

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Obrigado Karina…

Durante um ano a Karina, uma jovem da nossa paróquia, ofereceu a sua vida, voluntariamente, lá longe… em Timor!!!
Chegou no passado domingo dia 15…
Hoje, somos todos convidados…a agradecer ao Senhor … na Eucaristia do próximo domingo, dia 22… a Vida da nossa Karina, a sua Missão … a sua entrega de Amor e por Amor ao povo de Timor… que Ele um dia lhe confiou…

Deixo-vos com alguns “pedaços de vida” da nossa Karina recebidos por e-mail e vividos por ela (e por nós) ao longo do ano…

...“Parece que aqui as cores são mais reais … o céu é mais azul e as montanhas são mais verdes, o negro da noite é mais escuro, as estrelas mais brilhantes! Aqui até a chuva tem cor! Mas talvez seja por estar no meio de pessoas mais puras, mais naturais! Dão o que de melhor têm: a simplicidade de um sorriso… e um aperto de mão!”
08 de Maio de 2006 (Dia do seu aniversário)





...“Não sei se descobri novos sentimentos, novas emoções ou se aqui as emoções são vividas aos extremos … Estava habituada a rir e a chorar, a sentir saudades e assim … estava habituada a uma escala pequena, onde às vezes a alegria se confundia com o bem estar e a tristeza com um desapontamento qualquer … aqui, dou comigo a aprender a lidar com sentimentos, não diferentes mas em grande escala: aqui quando choro, choro mesmo com a alma … quando rio é mesmo à gargalhada … agora sim, sei o que significa saudades, querer estar com alguém e não poder… já sei o que significa revolta, ignorância e pior sentir-me peixe de rio, dentro de um mar!”
22 de Maio de 2006


... “A vida continua a fazer sentido mesmo depois de ver os destroços da guerra. A guerra mesmo à distância ensina-nos coisas… e uma delas é mesmo deixar de pensar em nós, como seres humanos que temos vontades, gostos e sonhos, e deixei uma vontade para trás porque senti que fazemos falta onde estamos e não onde pensamos que realmente fazemos falta. O mundo não termina na rotina diária da minha vida, das minhas vontades, não se esgota no meu dia-a-dia, no meu silêncio ou nas minhas palavras… Não é fácil ver comodidade num campo de refugiados … mas é fácil de perceber esta comodidade quando se tem comida oferecida, quando não é preciso voltar ao trabalho diário, quando ainda não se encara que é preciso renascer neste e para este país”...
28 de Maio de 2006

… “Mas ao mesmo tempo, também aqui, este povo, esta envolto em sonhos, em esperanças e em historias bonitas. Timor está cheio de crianças que riem na fila para levar uma vacina que brincam com a criança ao lado, não importa se a latrina é junto à cozinha e se a água é potável ou não, as crianças continuam a rir … aqui, num campo de refugiados … qualquer criança que nos sorria da forma mais sincera, faz com que qualquer pessoa, por mais racional que possa ser, deixe de ter o mesmo sentido da vida. E é por elas que este Novo Timor precisa de ser reconstruído”...
13 de Junho de 2006



... “Quando há entrega, não há perda, nem esquecimento, nem afastamento, mas há renovação, há vida nova. Aqui em Timor, às vezes não me reconheço, passo dias inteiros a rir, tenho uma paciência louca, os cheiros, os sons e principalmente as pessoas não se alteram mas se acrescentam, aumentam e ganham-se novas vidas”…
4 de Outubro de 2006


... “Às vezes sozinha quando me ponho a pensar no caricato do mundo, penso na simplicidade do dia-a-dia. De como Deus, de como a Missão de Deus, é maior do que qualquer um de nós!”...
23 de Março de 2007


“Queremos louvar-Te, Senhor, pela imensa generosidade que ela teve em levar o Teu amor, pela alegria contagiante, pela coragem e disponibilidade em partir… e no chegar.” Pe.Mario


Karina, um grande e forte Abraço Missionário!

terça-feira, 17 de abril de 2007

Calça as tuas botas...

…e vem daí!



Sente uma pitadinha do espírito “Fátima Jovem” que os nossos amigos da Diocese do Algarve apresentam…

A mancha vermelha de jovens que aqui encontramos, somos nós!!! Diocese de Aveiro!